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O Grupo

O grupo foi fundado em 8 de maio de 1983 na cidade de Cerro Largo -RS pelos irmãos Ricardo e Celito Gottardo. Sua formação inicial era composta por Ricardo e Celito Gottardo, o icônico gaiteiro Bugre do Caaró e Guiomar Adams. Três anos depois, Renato Gottardo, o irmão mais novo de Ricardo e Celito ingressa no grupo. Ao longo dos anos inumeros músicos foram passando pelo grupo e marcando épocas. A formação mais duradoura foi composta por Renato Gottardo na Guitarra e Voz, Celito Gottardo no Violão e Voz, Ricardo Gottardo no Contrabaixo e Voz e Bugre do Caaró no Acordeom e Voz. Esta formação foi responsável pela gravação de 9 álbuns do grupo. Ao longo deste período juntaram-se os bateristas Elmar e Jardel Sausen e o gaiteiro João Negrinho, todos marcando uma longa e duradoura carreira no grupo. Desde a fundação até o ano de 2013, os irmãos Ricardo e Celito foram os diretores do grupo, quando então Renato assimiu esta função. Hoje o grupo é composto por Renato Gottardo na Voz, Celito Gottardo na Guitarra e Voz, Eduardo Lauermann no Acordeom e Voz, Nelio Pires no Contrabaixo ,Jardel Ledur na Bateria e Voz e Patrick Garcia no Acordeom.

Faculdade Bagual - Garotos do Fandango Part. Especial Grupo Rodeio
03:13

Faculdade Bagual - Garotos do Fandango Part. Especial Grupo Rodeio

@garotosdofandango Part. Especial do @GrupoRodeio Faculdade Bagual (Renato Gottardo) Se a minha origem vem da roça Vem do mato vem da terra Vem do campo e chão Orgulho então eu devo ter Eu sou da roça sou do mato Tenho cheiro de fumaça Madrugada e frio De rancho e rio é meu viver No dia a dia ferramenta é minha inchada No meu caminho meu asfalto é uma picada E o diploma que eu tenho é o lombo duro de uma lida braçal O meu estudo é o trabalho aqui da roça Na minha estrada meu transporte é uma carroça E eu tenho orgulho em ser formado e diplomado na faculdade bagual Com regeira e buçal Com regeira e buçal Foi o legado dos heróis Antepassados a bravura Dos meus ancestrais Avós e pais quem desbravou Vem do vermelho do cascalho E o suor deste trabalho Retalhando chão A vida e pão pra quem ficou No dia a dia ferramenta é minha inchada No meu caminho meu asfalto é uma picada E o diploma que eu tenho é o lombo duro de uma lida braçal O meu estudo é o trabalho aqui da roça Na minha estrada meu transporte é uma carroça E eu tenho orgulho em ser formado e diplomado na faculdade bagual Com regeira e buçal Com regeira e buçal No dia a dia ferramenta é minha inchada No meu caminho meu asfalto é uma picada E o diploma que eu tenho é o lombo duro de uma lida braçal O meu estudo é o trabalho aqui da roça Na minha estrada meu transporte é uma carroça E eu tenho orgulho em ser formado e diplomado na faculdade bagual Com regeira e buçal Com regeira e buçal
A Cara do Rio Grande - Garotos do Fandango, Família Guedes, Walther Moraes, Neto e Ernesto Fagundes
03:24

A Cara do Rio Grande - Garotos do Fandango, Família Guedes, Walther Moraes, Neto e Ernesto Fagundes

A Cara do Rio Grande Em homenagem aos gaúchos no mês Farroupilha, dividimos com os amigos e amigas esta obra gravada pelos Garotos do Fandango, @JorgeGuedesFamiliaOficial, @walthermorais5010, @netofagundesrs, @ernestofagundes2431 e celebra as etnias que formam o gaúcho, tema dos Festejos Farroupilhas 2022. O clipe foi gravado em Porto Xavier (balsa do Rio Uruguai), São Miguel das Missões (Ruínas), São José dos Ausentes (cânions) e Porto Alegre (Pôr-do-Sol do Guaíba). Direção e idealização: Giovani Grizotti Edição de vídeo: João Pedro Gottardo Imagens: Giovani Grizotti, João Pedro Gottardo e Fernando Mattieli Letra e música: Renato Gottardo Letra: A Cara do Rio Grande Não adianta nada querer zombar de mim Não adianta nada me desdenhar também Eu trago no Sangue a raça e a coragem E uma tal de humildade que só os fortes têm Eu sou o gaúcho em sua plena consciência Cumprindo o legado que Deus nos deixou Uma grande obra depende do alicerce Por isso este povo aqui enraizou Eu sou a cara do Rio Grande Do meu Brasil eu sou Raiz Sou o suporte da nação Entenda meu irmão Eu sou assim porque Deus quis Eu sou a cara do Rio Grande tchê Do meu Brasil eu sou Raiz Sou o suporte da nação Entenda meu irmão Eu sou assim porque Deus quis Minha vestimenta retrata a história O meu passo largo também e original Eu sou oriundo de poeira e tropeadas Se eu falar gritando não me leve a mal Vou cumprindo à risca a minha trajetória O meu compromisso levo até o fim Desbravando rumos falquejando a história Pros novos gaúchos Que vêm depois de mim Eu sou a cara do Rio grande Do meu brasil eu sou raiz Sou o suporte da nação Entenda meu irmão Eu sou assim porque Deus quis Eu sou a cara do Rio Grande tchê Do meu Brasil eu sou raiz Sou o suporte da nação Entenda meu irmão Eu sou assim Porque Deus quis
Garotos do Fandango e João Luiz Corrêa - Na Beira do Mato
04:19

Garotos do Fandango e João Luiz Corrêa - Na Beira do Mato

Na Beira do Mato @garotosdofandango e @JoaoLuizCorreaOficial juntos no clipe oficial da música Na Beira do Mato! O clipe foi gravado em Guarani das Missões (Sítio JP de Moacir Pires e "Borraio" do Nono Mingo) e em Santo Ângelo (CTG Legalistas). Acompanhe nossas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/garotosdofandango/ https://www.instagram.com/renatogottardogf/ Facebook: https://www.facebook.com/garotosdofandangooficial/ https://www.facebook.com/renatogottardogf/ _________________________________________________________________________ Direção e idealização: @giovanigrizotti-reporterfa2900 Gravação e edição de vídeo: @fernandoMiddas Letra e música: Renato Gottardo Agradecimento especial à todos envolvidos que de alguma maneira colaboraram para que este trabalho fosse realizado da melhor maneira. Letra: Na Beira do Mato Num rancho fincado na beira do mato Ali eu encontro a felicidade Lidando com os bichos cantando com as águas Eu afogo as mágoas e espanto saudades Nos dias de chuva falquejo canzil E algum cabeçalho de angico ou pitanga Lavagem pros porcos rastolho pros bois Quem sabe depois um banho de sanga O ronco do mate quebra o silêncio das madrugadas O "chiu" da chaleira afina o amargo aos pés do tição Então eu me encharco de amor e respeito por minha querência E a minha existência revivo no amargo do meu chimarrão Meu cusco amarelo parceiro de lida Vigia meu ancho na ronda não falha Rebentou a cerca e o gado está fora Atiço os cachorros e meto cangalha Na boca da noite um gole de pura Caniço e anzol e me vou pro lajeado Os panos pra china e a boia pros piás Garanto na inchada e no coice do arado O ronco do mate quebra o silêncio das madrugadas O "chiu" da chaleira afina o amargo aos pés do tição Então eu me encharco de amor e respeito por minha querência E a minha existência revivo no amargo do meu chimarrão

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